The renewal of women's history: an analysis of the Women of Peace Project

Anelise Gregis Estivalet

Abstract


Related violence and social policies facts, as well as the discourses oriented towards the citizenship promotion, pervade the public and private spheres of the peripheries living women lives. This research sought to identify the uniqueness of these women activities in the everyday politics and within the communities where they live, approaching to the female subject construction. Accordingly, it is proposed to comprehend how the participation in the "Women for Peace" project (Ministry of Justice/Brazil), developed in Porto Alegre between 2010 and 2012, has organized itself when women step in the public space and in the violence approach. It has been shown that women are producing new meanings for their own life course.


Full Text:

PDF

References


Albuquerque, J. (org.). (1977). Classes médias e políticas no Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Alvarez, A., Alvarenga, A., Ferrara, N. (2004). O encontro transformador em moradores de rua na cidade de São Paulo. Psicologia e Sociedade, 3(16), pp. 47-56.

Arendt, H. (2001). Poder e violência. Rio de Janeiro: Relume Dumará.

República Federativa do Brasil, (2006). Lei nº 11.340. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

Ciconello, A. et al. (2010). Segurança pública e cidadania: uma análise orçamentária do Pronasci. Brasília: Inesc.

Cocco, G. and Negri, A. (2005). GloBAL: biopoder e lutas em uma América Latina globalizada. Rio de Janeiro: Record.

Deleuze, G. (1992). Conversações. Rio de Janeiro: Editora 34.

Deleuze, G. (2002). Espinosa: filosofia prática. São Paulo: Escuta.

Fonseca, C. (2004). Família, fofoca e honra: etnografia de relações de gênero e violência em grupos populares. Porto Alegre: Editora da UFRGS.

Fraser, N. (1991). La lucha por las necesidades: esbozo de una teoría crítica socialista-feminista de la cultura política del capitalismo tardio. Debate Feminista, 3, pp. 03-40.

Fraser, N. (2006). Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “pós-socialista”. Cadernos de Campo, 14/15, pp. 231-239.

Fraser, N. (2007). Reconhecimento sem ética? Lua Nova, 70, pp. 101-138.

Fraser, N. (2009). O feminismo, o capitalismo e a astúcia da história. Mediações, 14(2), pp. 11-33.

Fraser, N. (2012). Luta de classes ou respeito às diferenças? Igualdade, identidades e justiça social. (online) Le Monde Diplomatique. Disponível em: http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=1199 [Acesso em: 27/07/14] .

Gohn, M. (1997). Teorias dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Edições Loyola.

Gohn, M. (2010). Movimentos sociais e redes de mobilizações civis no Brasil contemporâneo. Petrópolis, RJ: Vozes.

Lopes, J. and Gottschalk, A. (1990). Recessão, pobreza e família: a década mais do que perdida. São Paulo em Perspectiva, 4(1), pp. 100-109.

Morini, C. (2010). Per amore o per forza: Femminilizzazione del lavoro e biopolitica dei corpi. Verona: Ombre Corte.

Rosaldo, M. (1995). O uso e o abuso da antropologia: reflexões sobre o feminismo e o entendimento intercultural. Horizontes Antropológicos, 1(1), pp. 05-25.

Scott, J. (1995). Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Revista Educação e Realidade, 20(2), pp. 71-99.

Touraine, A. (2007). O mundo das mulheres. Petrópolis, RJ: Vozes.

Zaluar, A. (1994). Cidadãos não vão ao paraíso. São Paulo: Editora Escuta; Campinas: Editora da Unicamp.


Refbacks

  • There are currently no refbacks.


Copyright (c) 2021 Anelise Gregis Estivalet

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.